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Country Head (Brazil) at Greenhill & Co. Daniel Wainstein juntou-se ao Greenhill em outubro de 2013 após deixar o Goldman Sachs, tendo sido o primeiro sócio brasileiro da Goldman Sachs (e permanece até hoje como sendo o único brasileiro a atingir tal posição no banco de investimento). Daniel foi responsável pelo banco de investimentos do Goldman Sachs no Brasil entre 2008 e 2013, e foi membro do Comitê Executivo para América Latina e Brasil e diretor estatutário no Banco Goldman Sachs do Brasil S.A. Começou sua carreira no Lehman Brothers em 1998 e se juntou ao Goldman Sachs em Nova York em 2000. Adicionalmente ao Greenhill, Daniel possui cargo não executivo como assessor sênior para o IFC no Brasil. Ele cursou o Ph.D. em Economia (incompleto) na Brown University, possui MBA pela University of Rochester e graduou-se em economia pela Universidade de São Paulo (USP). Exemplos de transações realizadas • 2018: Cura na venda do controle acionário para a Vinci Partners • 2018: Venda de planta de energia termoelétrica • 2017: Venda de portfólio de ativos financeiros ilíquidos • 2017: Radiocare na venda do controle acionário para o Grupo Oncoclínicas • 2017: Le Biscuit na venda de uma participação minoritária para o Siguler Guff • 2017: Deltaplam na venda para a Selead Air • 2016: Rico na venda para a XP Investimentos • 2016: Brasil/CT no aporte feito pela Invest Tech • 2016: Elavon Inc. na venda da Elavon do Brasil • 2016: Policard na fusão com o Grupo Up • 2015: Hortifruti na venda de uma participação minoritária para o Partners Group • 2015: Recepta em seu levantamento de capital • 2013: Lojas Americanas em uma joint venture (US$0.3bi) • 2013: Magazine Luiza em uma joint venture com o Itaú Unibanco • 2012: BTG Pactual no IPO de US$1.7bi • 2012: Itaú Unibanco na aquisição da Redecard por US$6.0bi • 2012: Cielo na aquisição da Merchant-E por US$0.7bi • 2012: Minerva na emissão de títulos (US$0.2bi ) • 2012: Cielo na emissão de títulos (US$1.0bi) • 2011: Japanese / Korean Consortium na aquisição da parcela minoritária da CBMM por US$2.0bi • 2011: BTG Pactual na venda de parcela minoritária para diferentes investidores por US$1.8bi  2011: Minerva na emissão de títulos ($0.2bi) • 2011: Qualicorp no IPO de US$ 0.7bi • 2011: Technos no IPO de US$0.3bi • 2011: Equifax na aquisição da ACSP por US$0.1bi • 2011: ICE na aquisição de parcela minoritária da Cetip por US$0.5bi • 2011: Fastshop na joint venture com a Assurant • 2011: PDG no follow-on de US$0.8bi • 2011: Julius Baer na aquisição da GPS por US$0.2bi • 2010: Cyrela no follow on de US$0.5bi • 2010: PDG no follow on de US$0.5bi • 2010: BR Properties no IPO de US$0.5bi • 2010: Tivit na venda para Apax por US$1.0bi • 2010: Ponto Frio na venda para CBD por US$0.5bi • 2010: LPS no follow-on de US$0.2bi • 2009: PDG no follow on de US$0.6bi • 2009: Visanet no maior IPO do Brasil à época de US$4.3bi • 2009: Advent na aquisição de parcela minoritária da Cetip por US$0.3bi • 2009: Daycoval no private placement de US$0.5bi • 2008: Bovespa na fusão com BM&F de US$20bi • 2008: Lopes na criação de uma joint venture com o Itaú Unibanco de $0.2bi • 2007: Bovespa em sua desmutualização de US$10bi • 2007: Bovespa no maior IPO do Brasil à época de US$3.7bi • 2007: Daycoval no IPO de US$0.5bi • 2007: BMC na venda para o Bradesco por US$0.5bi • 2007: SHC na joint venture com o Unibanco de US$0.1bi • 2006: American Express na venda p/ o Bradesco (US$0.5bi) Daniel Wainstein

URM® Faculdade Roberto Miranda

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